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Emirates voa do Porto para o Dubai a partir de julho

O Porto e a mais populosa cidade daquele país terão quatro voos semanais assegurados um Boeing 777-300ER com oito suites privadas, 42 lugares em classe executiva e 310 em classe económica, além de uma capacidade de 18 toneladas de carga.


Por esses motivos, o novo voo é apontado pela companhia como uma oportunidade para as áreas urbanas do Porto e da Galiza, bem como para as empresas exportadoras, até porque a Emirates disponibiliza ligações a partir do Dubai para vários destinos em África, Ásia, Austrália e Médio Oriente, designadamente Luanda, Joanesburgo Banguecoque, Xangai, Hong Kong, Melbourne e Sidney.


“O Porto tem beneficiado do incremento dos níveis de turismo, o que também é um reflexo do aumento do número de visitantes a Portugal como um todo”, aponta o presidente da Emirates, Tim Clark, citado pela agência Reuters, considerando que o novo voo vai ao encontro da procura tanto para lazer como para visitantes em negócios, fornecendo “mais opções de escolha, flexibilidade e ligações quando viajam de e para Portugal”.


“Situado ao longo da costa e do rio Douro, o Porto é famoso mundialmente pelo produção de vinho do Porto e pelo seu centro histórico, classificado como património mundial pela UNESCO. Além de oferecer um rica herança cultural e uma variedade de atrações turísticas, o Porto é também uma importante cidade de negócios e industrial, atraindo viajantes empresariais”, destaca ainda a transportadora.


As ligações serão feitas à terça-feira, quinta-feira, sábado e domingo, com partida do Dubai às 9,15 e chegada ao Porto às 14,30 horas, e partida do Porto às 17,35 e achegada ao Dubai às 4,415 horas.


O Porto está, assim, definitivamente na rota das grandes linhas intercontinentais, recebendo hoje diariamente companhias de bandeira e referência como a Air France, KLM, Turkish Airlines, British Airways, Lufthansa, United Airlines, TAP, TAAG, Ibéria, Royal Air Moroc, entre outras.

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Única empresa nacional que produz hardware para a indústria aeroespacial escolhe o Porto para sede

A única empresa nacional que produz hardware para a indústria aeroespacial escolheu o Porto para a sua sede. Mais uma empresa de vanguarda escolhe assim a cidade do Porto para se instalar e para onde vai contratar desde já 30 pessoas.


A recém-criada FHP – Frezite High Performance é uma empresa do Grupo Frezite e vai inaugurar instalações na ZEP (Zona Industrial do Porto). Apostada em conquistar uma importante parcela do mercado Espaço, esta empresa altamente inovadora vai contratar cerca de 30 colaboradores, dos quais 70% são engenheiros. Destes, 80% são doutorados.


A FHP foi criada em finais de 2018, na sequência da aquisição da participação da alemã HPS GmbH na empresa HPS “High Performance Structures Gestão e Engenharia Ld.ª”. Uma aquisição que, segundo o Grupo Frezite, “concretiza os requisitos que incluíam a mudança de designação e reinstalação da empresa adquirida, de forma a melhor corresponder aos novos e maiores desafios que o mercado aeronáutico e espacial apresenta”.
Sob nova designação, insígnia e instalações, a FHP reposiciona-se, expandindo o seu portfólio de produtos para o desafiante mercado do Espaço. Com a sustentabilidade e experiência do Grupo Frezite em mercados altamente competitivos, a FHP está apostada na entrada no mercado “NewSpace” e na transferência de algumas das suas tecnologias de engenharia avançada para novas aplicações.


Este grupo empresarial tem vindo a investir também em meios de produção e equipamentos de teste para impulsionar esta expansão, especialmente nas suas tecnologias e produtos principais, entre os quais equipamentos especiais de apoio à montagem de satélites.”A contratação no curto e médio-prazo de mais recursos humanos altamente qualificados permitirá acelerar ainda mais este processo, bem como ampliar os seus serviços”, avança a empresa.


Com esse objetivo, a FHP vai avançar para a sua primeira exposição na JEC World 2019, certame líder no setor dos compósitos, que terá lugar em Paris Nord-Villepinte, em março.
De capital 100% nacional, o Grupo FREZITE movimenta-se desde há 40 anos em áreas tecnológicas fazendo uso da sua forte vocação em Engenharia e conta atualmente com 500 colaboradores, dos quais 363 alocados às unidades localizadas em Portugal. No ano passado faturou cerca de 49 milhões de euros e, para este ano, tem um volume estimado de negócios de € 55 milhões de euros.


O Grupo tem vindo a afirmar-se como um exemplo da qualidade das soluções em engenharia com “Creativity Made in” Portugal pela Inovação que desenvolve. A partir de Portugal, exporta para mais de 60 países nos cinco continentes.


A estratégia de internacionalização adotada já lhe valeu a atribuição de distinções como o primeiro lugar do Prémio Internacionalização na categoria PME, em 2011. Em 2014, como reconhecimento do seu empreendedorismo e intervenção no mercado global, o Grupo e o seu fundador e presidente do conselho de administração, José Manuel Fernandes, foram distinguidos com o Prémio EY International Entrepreneur Of The Year. Há dois anos, a Frezite foi também galardoada com o Prémio de Mérito em Engenharia Mecânica, atribuído pela Ordem dos Engenheiros.

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Porto será anfitrião do primeiro congresso mundial da Diáspora Portuguesa

O Porto vai ser o anfitrião do I Congresso Mundial de Redes da Diáspora Portuguesa, nos dias 13 e 14 de julho, que reunirá diversos protagonistas portugueses e luso-descendentes espalhados por todo o mundo e dos mais diversos setores de atividade.


A sessão de apresentação decorreu nesta sexta-feira, nos Paços do Concelho, onde foi assinado o protocolo de colaboração entre o presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, e o Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Luís Carneiro, com vista à concretização da iniciativa.
Rui Moreira lembrou o contributo da cidade enquanto “porto de partida da diáspora”, com fluxos de emigrantes desde o século XIX para o Brasil.”Hoje, quando viajamos pelo mundo, encontramos muitos portugueses e luso-descendentes que chegaram a um nível de influência nas várias sociedades e atividades, que são muito relevantes”, disse o presidente da Câmara do Porto, lembrando o papel de investigadores e empreendedores espalhados além-fronteiras.


“Por onde andamos, encontramos estas marcas e é bom que o Governo Português tenha reconhecimento desta grande oportunidade”, referiu o autarca, aludindo à metáfora de uma árvore que cresceu a partir “de uma raiz muito pequena” e de cujos frutos “é bom que saibamos tratar”.
O congresso é organizado pela Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas, em parceria com a Câmara do Porto, para promover a reflexão sobre o trabalho realizado com as comunidades portuguesas e debater perspetivas futuras.


Por sua vez, o Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas lembrou o contributo que a diáspora portuguesa dá ao país por todo o mundo, enquanto “um dos mais importantes alicerces de afirmação linguística, cultural, económica e empresarial, política e institucional” à escala global.
“A diáspora portuguesa tem vindo a ser vista como um ativo estratégico de afirmação de Portugal no mundo”, disse José Luís Carneiro, recordando que os 10 maiores países para onde mais crescem as exportações nacionais são os mesmos para onde têm também crescido mais os fluxos migratórios portugueses da atualidade (considerando a última década).


O encontro no Porto terá como objetivos a avaliação do trabalho desenvolvido com as várias redes externas, nomeadamente redes de apoio à língua e à cultura, de apoio a ciência e ao conhecimento, de cidadãos luso-eleitos, das comunidades portuguesas, dos órgãos de comunicação social da diáspora e as redes dos empreendedores.
“Reunir todas estas redes na cidade do Porto, avaliar o trabalho que tem sido desenvolvido com cada uma e termos uma leitura prospetiva para o futuro, ou seja, como poderemos dar outra eficácia de inserção de Portugal na vida internacional”, são os principais objetivos do congresso, conforme explicou o Secretário de Estado.


“O Porto tem essa marca histórica de porto de partida e de chegada e tem, de facto, um prestígio muito forte; tem o nome de uma fortaleza incrível e é mais do que evidente que faz todo o sentido que o encontro aqui seja”, declarou José Luís Carneiro.

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Porto mostra-se ao mundo através do Financial Times

A Câmara do Porto revela na FDi Magazine, do Financial Times, a sua estratégia na atração de investimento. É também dada voz a empresários dos setores dos negócios e do turismo, áreas que têm vindo a crescer exponencialmente nos últimos anos, gerando milhares de empregos e impulsionando a economia local e regional.Também o presidente da Câmara do Porto dá o seu testemunho nas páginas do suplemento do Financial Times e explica como em 2018 foi possível a cidade registar a maior taxa de investimento estrangeiro.


A reabilitação urbana, muito impulsionada por investidores privados, foi o grande propulsor da mudança, aliada a um conjunto de políticas públicas municipais que, nos últimos anos, foram determinantes para que o Porto se tornasse uma cidade “vibrante”, tanto no campo cultural como no incentivo ao empreendedorismo, especialmente na área das TIC e I&D.


Rui Moreira acredita que este “ecossistema multifuncional” combina vários fatores: desde logo, a qualidade dos recursos humanos, que cada vez mais é reconhecida no país e internacionalmente. E, a par da boa qualidade de vida que a cidade oferece, as próprias empresas que se têm instalado no Porto, destacam esse capital humano e a exigência da formação universitária como essenciais nas suas escolhas. Um desses exemplos é o banco de investimento francês Natixis.


Recentemente, a Câmara do Porto foi distinguida em duas categorias dos FDi Strategy Awards 2018: “Incentivos” e “Projetos Vencedores” (esta última pela intervenção direta que teve na instalação da mundial de energia eólica Vestas).
A fDi – Intelligence Magazine, conceituada publicação do Financial Times é uma referência na área dos negócios e IDE (Investimento Direto Estrangeiro).


Consulte o suplemento que promove a atração de investimento internacional para a cidade do Porto na íntegra.

Ler Matéria Completa: http://www.porto.pt/noticias/porto-mostra-se-ao-mundo-atraves-do-financial-times

Porto é considerado o melhor lugar do mundo para se apaixonar

A cidade do Porto é a “mais calorosa do mundo”, e onde “mais se gosta de viver”, revelou o ranking City Life Index, da revista Time Out, e ficou em 2º lugar no ranking de melhor cidade do mundo para viver.

Segundo a publicação, o Porto é “o melhor lugar no mundo para se fazer amigos, se apaixonar e manter a ligação à família”.

A Time Out internacional coloca o Porto em segundo lugar no City Life Index 2018.  À frente da Invicta só Chicago, nos Estados Unidos.

O ranking City Life Infex traduz a experiência dos habitantes locais,e revela outra conclusão: a cidade portuguesa, “orgulhosa de si própria”, mudou para melhor.

Em ano de estreia neste índice, o Porto é assim considerada “a cidade mais calorosa, e onde mais se gosta de viver”.

Esta é a opinião da maioria (95%) dos 15.000 residentes de 32 cidades de todo o mundo, onde a Time Out está presente, e que responderam a um questionário efetuado entre dezembro de 2017 e janeiro de 2018, como conta o site Porto.pt

O estudo avaliou o que de positivo ou negativo se pode encontrar nestas cidades, nos itens comida e bebida, cultura, relacionamentos, comunidade, saídas, vizinhança, felicidade, acessibilidade de preços e sociabilidade.

A pesquisa concluiu que o Porto é a melhor cidade do mundo para viver e fazer amigos (81% dos inquiridos), e para se apaixonar (46%).

“Em nenhum outro local sondado se detetou tanto orgulho de ali viver, e se sente tanta liberdade em cada um poder ser como é (95% sempre ou habitualmente), ou ainda (e muito importante)), em manter-se em contacto com a família” – escreve a Time Out.

O Porto fica este ano à frente de grandes cidades como Nova Iorque, Londres ou Madrid. Em oitavo lugar surge Lisboa.

Ler Matéria Completa: https://radioportuense.com/2018/12/15/porto-e-o-melhor-lugar-do-mundo-para-se-apaixonar/

Aeroporto do Porto é o que mais cresce em todo o país

Segundo os números de Janeiro de 2019, o Aeroporto do Porto foi o que mais cresceu nos últimos 12 meses, em número de passageiros transportados mas também em número de movimentos. A França é o principal destino e origem de passageiros no Sá Carneiro que no primeiro mês do ano processou mais de 833 mil passageiros.

Segundo os dados divulgados pela ANA – Aeroportos de Portugal, o crescimento do número de passageiros transportados de e para o Porto foi de 10,7% no acumulado dos últimos 12 meses, e de 9,6% em Janeiro. O de Lisboa cresceu 3,2% no mesmo mês.

Ainda assim, o aeroporto da capital processo mais do dobro dos passageiros processados no Porto, tendo registado em Janeiro 1,9 milhões de passageiros. No Porto, o número de voos cresceu nos últimos 12 meses na ordem dos 8% e, só em Janeiro, aproximou-se dos 7 mil movimentos.

Contrariamente ao que acontece em Lisboa e na maioria dos outros aeroportos, onde a nacionalidade da maioria dos passageiros é portuguesa, são franceses os que mais viagem de e a partir do Porto, seguindo-se portugueses e espanhóis. Contudo, os países que mais estão a crescer no transporte para o Aeroporto Francisco Sá Carneiros são os EUA, Itália, Espanha, Holanda, Marrocos, Polónia e Hungria.

O crescimento de passageiros norte-americanos no Aeroporto do Porto atinge quais os 100% no acumulado dos últimos 12 meses, o que não será alheio ao facto da United Airlines ter começado voos directos para Nova Iorque a partir da Invicta. O número tenderá a aumentar, uma vez que também a TAP anunciou que retomará voos directos do Porto para Nova Iorque este ano.

Igualmente em crescimento está o número de passageiros turcos, que cresceu mais de 11% nos 12 últimos meses. A Turkish Airlines, a companhia que liga mais destinos diferentes em todo o mundo, anunciou entretanto o reforço da sua ligação directa do Porto a Istambul, um dos principais hub de ligação da Europa ao oriente.

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Aulas gratuitas para exercitar o corpo e a mente

O “Porto.” antecipa sugestões para o próximo fim de semana que, segundo as atuais previsões, será de sol. Para quem gosta de atividade física, há várias opções a considerar. O melhor? Só custam a sua presença.
Aos sábados, há “Dias com Energia”. Este programa, promovido pela empresa municipal PortoLazer, decorre no interior do Pavilhão Municipal Fontes Pereira de Melo, enquanto o frio não der tréguas.


Entre as 9 e as 10 horas, há aulas de Pilates, das 10 às 11 horas pratica-se Ioga e a terceira “ronda” é dedicada ao Tai-chi, entre as 11 horas e o meio-dia. A participação, numa ou em mais aulas, é gratuita e não implica inscrição. Aconselha-se a levar roupa confortável e um tapete/esteira individual.


No domingo, a sugestão é de retemperar forças para mais uma semana de trabalho, no Parque Oriental.O ponto de encontro acontece às 10 horas no Pavilhão Municipal do Lagarteiro, onde se fazem exercícios de aquecimento e alongamentos. Depois, parte-se durante uma hora à descoberta do Parque, entre caminhadas e exercícios orientados por profissionais de educação física.


No dia da atividade, a PortoLazer, que organiza este programa em parceria com a Junta de Freguesia de Campanhã, disponibiliza ainda transporte gratuito de autocarro entre a Estação Ferroviária de Porto-Campanhã e o local, nos seguintes horários:- Estação-Pavilhão: 9h20 e 9h50- Pavilhão-Estação: 11h00

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Cultura, turismo e amizade aproximam Macau e o Porto

O Secretário para os Assuntos Sociais e Cultura de Macau, Alexis Tam Chong Veng, está no Porto para aprofundar a relação de amizade e a cooperação, nomeadamente nos setores do turismo, cultura, educação, saúde e desporto.


O quinto funcionário mais importante do governo de Macau foi recebido ontem pelo presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, assinalando a geminação da cidade com aquele território chinês desde 1991 e uma “amizade preciosa” que Alexis Tam comparou ao vinho do Porto por melhorar com a passagem do tempo.


Em reunião entre os dois, foram abordadas questões relacionadas com turismo e cultura, duas das áreas que o Porto e aquele território têm em comum e que o autarca disse querer aprofundar, designadamente na vertente cultural.


Na sua deslocação aos Paços do Concelho, realizada também no âmbito da celebração dos 40 anos de relações diplomáticas entre Portugal e a China, Alexis Tam – que teve formação em universidades da China, Escócia, Singapura e Taiwan e ainda na Universidade de Lisboa e na Católica Portuguesa – levou uma delegação de jovens estudantes macaenses que fizeram uma demonstração de artes marciais e executaram trechos de ópera chinesa.


A cultura e o turismo são entendidas por ambos os responsáveis como veículos para o aprofundar das relações em vários outros domínios entre Macau e o Porto, tal como a China e Portugal, tendência que o representante macaense veio acentuar com esta visita e para a qual também Rui Moreira tem trabalhado.


Alexis Tam sublinhou o grande esforço do seu governo para promover a língua e a cultura portuguesas em Macau, tendo Rui Moreira declarado, a propósito, ser seu desejo que a visita do Presidente da República à China e Macau (agendada para abril) inclua na comitiva a Orquestra Juvenil da Bonjóia. O que, aliás, daria sequência à iniciativa do presidente da Câmara do Porto que, quando ali se deslocou, a 10 de junho, levou consigo a Orquestra Barroca Casa da Música.

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Percurso cultural parte à descoberta dos Caminhos de Santiago no Porto

Milhares de peregrinos dos quatro cantos do mundo escolhem o Porto como ponto de partida para uma jornada física e espiritual rumo a Santiago de Compostela. Na próxima sessão dos Percursos Culturais, marcada para esta terça-feira, às 15 horas, (re)visitam-se os caminhos que atravessam a cidade.

Sob a orientação de Manuel Araújo, peregrino experiente que se dedica à investigação histórica dos diferentes Caminhos de Santiago desde os anos 90, os participantes terão oportunidade de calcorrear algumas das míticas setas amarelas que, no chão, em muros ou em placas dispostas em vários pontos da cidade, compõem as rotas jacobeias que existem no Porto desde a Idade Média.

No verão de 2017, o Município do Porto envolveu-se na valorização do Caminho Português da Costa, que atravessa o Centro Histórico.

Prova disso, é que muito próximo da Sé do Porto se instalou, há praticamente um ano, o Centro de Acolhimento aos Peregrinos, na reabilitada Capela de Nossa Senhora das Verdades.

Esses são, aliás, alguns dos temas a que não vai passar ao lado esta visita orientada, promovida pelo Museu da Cidade no âmbito da programação “O que há de novo nos museus municipais?”.

O bilhete (3 euros/pessoa) pode ser adquirido online ou através dos seguintes contactos:

Email percursos.culturais@cm-porto.pt | Telefone 223 393 480 

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Ponto de partida: Casa do Infante 

Rua da Alfândega, 10

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Al Gore vem ao Porto falar das alterações climáticas e do futuro do vinho

O Prémio Nobel da Paz e ex-presidente dos EUA Al Gore dá uma conferência no Porto, a 7 de março, em que passa uma mensagem de otimismo quanto ao futuro da indústria do vinho face às alterações climáticas.


Depois do ex-presidente norte-americano Barack Obama, em julho do ano passado, a conferência mundial Climate Change Leadership, criada no Porto, traz outra personalidade internacional de relevo e com peso na temática das alterações climáticas para enriquecer o debate sobre as soluções que se apresentam à fileira do vinho nesse enquadramento.


No evento, que decorre de 5 a 7 de março na Alfândega do Porto e no Coliseu Porto Ageas, Al Gore vai falar sobre o “Porto Protocol – um caso para optimismo nas alterações Climáticas”, partilhando a sua experiência enquanto pioneiro do “The Climate Reality Project”, uma organização sem fins lucrativos orientada para a educação ambiental.


Ao democrata que foi vice-presidente de Bill Clinton junta-se a voz de Afroz Shah, o advogado indiano que liderou a maior limpeza ocorrida numa praia a nível mundial – em Versova, Bombaim, conhecida como “o lixo do mundo”. A ação foi ganhando diariamente novos voluntários, acabando por envolver moradores locais, escolas, estrelas de Bollywood e políticos. Em 86 semanas, foram retiradas 5 mil toneladas de lixo da praia, um feito que lhe valeu a distinção com o prémio da ONU “Champions of the Earth”, em 2016.
Também o sueco Kaj Török, diretor de sustentabilidade da cadeia mundial de restaurantes Max Burger, marca presença no evento para dar conta que, através do projeto “The world’s first climate-positive burgers”, cada hambúrguer viu reduzida em 100% a sua pegada ecológica, uma percentagem que ganha uma expressão maior se forem contabilizadas as 1,5 milhões de árvores plantadas em África e que correspondem a um armazenamento de mais 10% do dióxido de carbono associado à actividade da marca.


Na 2.ª Climate Change Leadership, que inclui a conferência sobre o vinho, exposição e cimeira, intervirão igualmente Ester Asin, diretora geral para a Europa do World Wide Fund for Nature (WWF), que partilhará no Porto a sua experiência na liderança de projetos globais nas áreas da preservação ambiental; e o ministro do Ambiente e da Transição Energética, Matos Fernandes, que apresentará o roteiro para a neutralidade carbónica.
Reunindo 700 delegados de 50 países, esta iniciativa permitirá que todos os setores da indústria do vinho trabalhem em conjunto para garantir um futuro seguro e sustentável, compreendendo melhor o papel da ação humana nas alterações climáticas e reduzindo o impacto coletivo.


A organização do evento, que tem o apoio da Câmara do Porto, pôs à venda bilhetes de acesso exclusivo à Porto Summit, para a tarde do dia 7 (em que intervém Al Gore) pelo preço de 270 euros que, após o dia 22 de fevereiro, será de 335 euros. O evento tem lotação limitada, pelo que se recomenda a compra antecipada AQUI.


Pode obter mais informação em https://climatechange-porto.com/.

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