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Portugal foi o primeiro país europeu a receber o selo ‘Safe Travels’ e a UNA já tem o seu

Portugal foi o primeiro país europeu a receber o selo “Safe Travels”, que reconhece um compromisso com a segurança, informou esta quinta-feira o Governo.

A distinção, atribuída pelo World Travel & Tourism Council (WTTC), pretende certificar destinos que cumprem regras de higiene e segurança e visa dar confiança a quem viajar após as restrições para evitar a propagação da covid-19.

“Este selo visa reconhecer destinos que cumprem protocolos de saúde e higiene alinhados com os Protocolos de Viagens Seguras emanados pelo WTTC, ajudando, sobretudo, a instigar a confiança nos consumidores, de modo a que estes sintam que podem viajar em segurança assim que as restrições forem levantadas”, explica o Ministério de Estado, da Economia e Transição Digital, em comunicado.

A secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, considera que a atribuição do selo vem premiar o esforço feito no país.

“Portugal foi pioneiro no lançamento do selo Clean&Safe. Este selo do WTTC vem premiar o esforço que foi feito por todos. O melhor destino do mundo é também entendido como o mais seguro a nível mundial”, disse a governante.

As Unidades de hospedagem da Una Apartments no Porto são limpas e desinfetadas de acordo com as recomendações de DGS, sendo um local esterilizado de acordo com as normas internacionais estabelecidas para o setor. Todos os funcionários da empresa estão certificados pela formação do Turismo de Portugal relativas ao aos protocolos do selo Clean & Safe. Venha para o Porto com segurança, sendo nosso hóspede.

Fonte: Lusa

The Guardian acompanha o desconfinamento no Porto e relata como está a cidade a encarar esta nova fase e… o Porto espera ansiosamente por seus amados turistas

28-05-2020 via Portal de Notícias do Porto

O jornal britânico “The Guardian” descreve como está a correr o desconfinamento na cidade do Porto, fala sobre a reabertura de cafés e restaurantes, e conclui que os portuenses estão a sentir falta dos turistas “até mais do que o esperado”.Esta dualidade é descrita pelo olhar do correspondente do “The Guardian” no Porto, Oliver Balch, que aproveita para medir o pulso de uma cidade que sempre conheceu fervilhante, com turistas de mapa na mão a calcorrear o Centro Histórico, e senhora de uma energia única, que abraça o viço da classe trabalhadora que se apeia ao balcão dos cafés para um rápido simbalino e comunga da mesma vitalidade quando as “senhoras de idade fofocam a um canto das ruas”.


No imaginário do jornalista, a sua primeira saída pós-confinamento seria, por isso, “um momento alegre, cheio de barulho e de alegria, mas na verdade este silêncio é relativamente desconcertante”, constata. Quando regressa ao café onde é cliente de todos os dias repara que a frequência ainda não é aquilo que era, mas vale pela vontade dos proprietários “em levar o barco para a frente”. Depois de mais de dois meses de confinamento, entendem que é tempo de reabrir em segurança e voltar a reerguer o negócio.


Curioso também é que compare no artigo, publicado online, este momento do desconfinamento “ao primeiro dia aulas” após as férias grandes de verão. Contudo, a euforia é substituída por uma certa melancolia.


“Também estou surpreso com as emoções provocadas pela falta de multidões de turistas. Pensei que a sua ausência seria, digamos, libertadora. Uma oportunidade de recuperar a cidade; uma pausa bem-vinda no inglês que se ouvia ao virar de cada esquina. Mas não. Os turistas podem estar aqui hoje e partir amanhã, mas, de uma maneira que eu nunca pensado antes, eles são uma parte intrínseca da cidade”, considera.


Por outro lado, Oliver Balch acreditava que os portuenses estariam, de certo modo, agradados pelo facto de, pela primeira vez em muitos anos, poderem ter a cidade “só para si”, sem a partilhar com visitantes. Mas também NÃO é isso que acontece.


“Nunca vivenciei a cidade sem guias e grupos de turistas, por isso não tenho um ponto de comparação anterior a esta sensação de vazio. Talvez seja por isso que sinto falta de como era a cidade que conheci. Mas, na verdade, o meu amigo José, que mora no centro do Porto e se junta a mim para tomar um café, também confessa uma certa saudade dessa agitação diária. Sim, os moradores ou ‘locais’ adoram lamentar o fluxo de turistas: as rendas altas, o barulho constante, os preços mais altos. Mas, como ele prontamente admite, a cidade está agora mais animada e habitável do que nunca”.


Até à cidade voltar a receber o número de visitantes que recebia antes da pandemia ainda vai levar algum tempo, mas no artigo do “The Guardian” fica ainda claro que o setor do comércio local, hotelaria e restauração encara os próximos meses como um desafio que será superado. Olhando para o consumo interno e reinventando-se nas ofertas e na forma de atrair clientes.


Pode ler o artigo completo AQUI.

SEF com procedimentos mais simples na instrução de processos de autorizações de residência

Foi publicado, ontem 26/5, um despacho (nº 5793-A/2020) pela Presidência do Conselho de Ministros, Administração Interna, Modernização do Estado e da Administração Pública e Trabalho, Solidariedade e Segurança Social que determina a implementação de um procedimento simplificado dos pedidos de concessão e renovação de autorizações de residência, permitindo reduzir, substancialmente, os tempos de atendimento nos balcões do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) para cerca de 250 mil cidadãos estrangeiros.

Em concreto, o despacho prevê mitigar as consequências que resultaram da situação de emergência sanitária, adotando medidas excecionais e temporárias que permitem uma recuperação das pendências e um ganho de eficiência na gestão documental de cidadãos estrangeiros, competência reservada do SEF.

Desta forma, para decisão dos pedidos pendentes de renovação de autorizações de residência, o cidadão não necessitará, sequer, de deslocar-se a um balcão de atendimento, bastando, para tal, fazer o pedido no Portal do SEF. Posteriormente, o Serviço fará todas as consultas de segurança para confirmar a idoneidade do requerente, bem como as consultas às bases de dados necessárias para aferir do cumprimento, pelo requerente, das suas obrigações fiscais e perante a segurança social. Depois de pagas as taxas, o cidadão receberá a Autorização de Residência na sua morada fiscal.

No que diz respeito aos pedidos de concessão de autorização de residência com dispensa de visto previstos no n.º 2 do artigo 88.º e no n.º 2 do artigo 89.º da Lei n.º 23/2007, de 4 de julho, na sua redação atual, o cidadãos não necessitará de submeter-se a nova prova documental, bastando para o efeito os documentos apresentados conjuntamente com o pedido de dispensa de visto (manifestação de interesse), independentemente do seu prazo de validade, desde que válidos na data da apresentação. Com esta medida, prevê-se um ganho substancial nos tempos de atendimento ao balcão, que deverão passar dos 40 para os 15 minutos.

Em todas as situações, as consultas às bases de dados previstas no presente despacho serão realizadas por via de soluções automáticas que visam a interoperabilidade entre sistemas informáticos através da Plataforma de Interoperabilidade da Administração Pública. 

De referir, ainda, que ficam isentos do pagamento de taxas os títulos a emitir na sequência de decisões dos pedidos que se enquadrem no âmbito do presente despacho e que respeitem a menores.

Fonte SEF

Mais uma vez a UNA Consulting & Apartments foi pioneira nesta medida e campanha, que agora é lei. “Tinha marcado viagem e hotel? Agora vai poder utilizar um “voucher”/vale”.

Sempre Um Nível Acima – campanha da UNA Apartments nas redes sociais. As negociações com os nossos hóspedes começaram desde fevereiro, quando do início dos cancelamentos começaram a surgir. Fomos muito criticados,
entretanto, estávamos certos que era a melhor e mais correta atitude a ser tomada na defesa de nossos clientes, dos nossos hóspedes, da economia e da esperança de que dias melhores virão.

“Governo aprova um regime de excepção que permita o reagendamento da estadia num Hotel ou o reembolso de viagens organizadas, através da emissão de um “voucher”, válidos até 31 de Dezembro de 2021.

A proposta aprovada ontem em Conselho de Ministros permite ao cliente o reagendamento da estadia num Hotel ou a emissão de um “voucher”, válido pelo prazo de um ano a contar do levantamento do estado de emergência.

Segundo a Associação da Hotelaria de Portugal – AHP, a proposta prevê que, aos clientes que por força das restrições decorrentes da situação da pandemia da Covid-19 cancelem estadias em hotéis, cujas reservas hajam sido efectuadas ou directamente, ou através de plataformas em linha ou de agências de viagens, não seja imediatamente devolvido o pagamento mas que estes fiquem com um crédito sobre o hotel, válido durante um ano. O reagendamento ou “voucher” são emitidos em determinadas condições e, caso a viagem ou estadia não possa ser realizada no prazo de um ano, após o levantamento do estado de emergência, o cliente terá direito ao reembolso.

Esta proposta visa acompanhar a tendência de outros países, como é o caso da Bélgica e de Itália, onde propostas similares já se encontram em vigor, ou em preparação, como em Espanha e França.

Segundo Raul Martins, presidente da AHP,“era indispensável e muito urgente a aprovação desta medida, aplicável às tarifas não reembolsáveis. Esta medida irá permitir, quer atender ao direito de devolução por parte dos clientes, impossibilitados de viajar por uma causa de força maior, por um lado, quer, por outro, responder à difícil situação da tesouraria das empresas hoteleiras, que tinham já recebido estes valores, quer, finalmente, servir de estímulo e esperança à retoma das viagens num prazo muito razoável.

No fundo trata-se de uma forma de solidariedade entre todos: clientes, Hotéis, plataformas em linha e agências de viagens”.”

Fonte: Diário do Imobiliário 18.04.20

New York Times: “Portugal merece admiração” – COVID19

“O jornal americano The New York Times fez um artigo, no qual analisa a forma como Portugal e Espanha, vizinhos e eternas nações «irmãs», têm combatido o novo coronavírus.

A publicação diz que Portugal “saiu-se muito melhor” do que a Espanha e um médico ouvido pelo autor do texto afirma mesmo que o nosso país “merece admiração”.

Na análise feita pelo jornal impõem-se questões como: ‘porque se espalhou o vírus tão rapidamente em Espanha?’ ou ainda, ‘embora tenham mais de 13 mil casos, a situação parece estar a estabilizar?’

O artigo sublinha «sem dúvida» que a resposta do governo espanhol ao vírus se complicou devido à «natureza confusa» do sistema político.

O governo espanhol de Pedro Sánchez, não actuou rapidamente, fazendo com que os números se descontrolassem, pode ler-se no artigo. O caso espanhol converteu-se «num exemplo doloroso da tendência de um governo após o outro a ignorar as experiências de outro países onde o vírus já atacou», refere a publicação.

Quando compara o caso português com Espanha, o jornal adianta que apesar de existir uma longa fronteira terrestre a separar os dois países, Portugal tem-se saído «muito melhor».

Fernando Rodríguez Artalejo, epidemiologista e professor universitário, diz que apesar de António Costa alertar para a possibilidade de o cenário piorar,“Portugal merece admiração”. “Acho que eles agiram de forma eficiente e ao mesmo tempo que nós, mas numa altura em que a epidemia não era tão generalizada”, sublinhou.

A chave para este sucesso, aponta o jornal, está no executivo português que até em Espanha tem sido elogiado. Ambos os países possuem um governo socialista, porém, a oposição em Portugal mostrou-se ao lado do primeiro-ministro, António Costa, contra o inimigo comum de todos: o coronavírus.

Por sua vez, em Espanha, Pedro Sánchez não conseguiu a mesma solidariedade por parte da oposição, nem sequer entre regiões, segundo o The New York Times e também a publicação digital espanhola Público. O ministro da saúde espanhol, Salvador Illa, chegou mesmo a pedir essa solidariedade em Madrid, mas com pouco impacto.

Os dois jornais falam em particular do presidente do PSD, Rui Rio, que mostrou estar ao lado do primeiro-ministro, no dia 18 de Março, na luta contra o vírus. «Conte com a colaboração do PSD, porque a sua sorte é a nossa sorte», dizia na altura Rui Rio sublinhando a união necessária deste momento. Foi de seguida aplaudido pelo plenário.

No Twitter multiplicaram-se os elogios espanhóis a Portugal e as duras críticas ao governo de Sánchez, dizendo: «Tanto temos de aprender com os nossos vizinhos» ou «Viva Portugal».

Também António Costa conquistou o povo espanhol após defender Espanha contra as declarações polémicas do ministro das Finanças holandês. «Bravo señor Costa», pode ler-se nas redes sociais, onde surgiram vários elogios ao primeiro-ministro português.

São notícias como estas e as providências atempadas que Portugal vem a tomar mediante a pandemia, que irão fazer com que Portugal seja um dos primeiros países da Europa a tornar-se o destino de viagens de eleição do resto do mundo. Um país, seguro, com um parlamento coeso e pronto a lutar pelo bem geral da nação.”

Logo estaremos prontos a receber nossos turistas de forma segura e tranquila.

Por isso, coloquem Portugal  nos seus sonhos de viagens e aproveite o tempo livre para preparar sua próxima viagem dos sonhos, pois sonhar e planejar não custa nada e Portugal te espera com muita saúde e vontade de viver.

Fonte: Simone Silva em Executive Digest – Sapo . pt de 8.4.20

Covid 19 – Boas notícias “Em Portugal as taxas de crescimento diárias dos óbitos e dos casos confirmados são as mais baixas deste que foi registado o primeiro óbito”

O crescimento diário do número de mortos em termos absolutos é o mais baixo desde 27 de março (16 contra 29 ontem), sendo que a taxa de crescimento é a mais baixa de sempre (5% contra 11% ontem).

Verifica-se também a taxa de crescimento mais baixa de sempre no número de infetados (4% contra 7,16% ontem). Em termos absolutos o aumento diário foi o mais baixo desde 22 de março (452 contra 754 ontem).

Taxa de letalidade continua em 2,6%
Tendo em conta o número de infetados e de vítimas mortais, a taxa de letalidade é de 2,6%, em linha com o registado ontem.

Segundo o boletim diário da DGS, há 168 mortos no Norte (mais de metade do total), 60 na região de Lisboa e Vale do Tejo, 76 no centro e 7 no Algarve. Os Açores, Madeira e Alentejo continuam sem vítimas mortais a lamentar.

Entre as vítimas mortais, 199 têm mais de 80 anos, 71 entre 70 e 79, 29 entre 60 e 69, oito entre 50 e 59 e quatro com idade entre 40 e 49 anos. 137 são mulheres e 174 homens.

O número de casos suspeitos aumentou para 91.794 (ontem estava em 86.370) e 4.500 pessoas aguardam resultados de testes laboratoriais (4.962 ontem). Existem apenas 140 casos recuperados, bem acima dos 75 de ontem.

Este é já o quinto dia seguido em que a taxa de crescimento dos casos confirmados está abaixo dos 10% e o nono abaixo de 20%.

Fonte: Jornal de Negócios

Covid-19: Medidas adotadas em Portugal foram das mais rápidas da Europa

Portugal foi um dos países mais rápidos da União Europeia a tomar medidas para combater a Covid-19, segundo um artigo da agência “Lusa”, que cita os estudos realizados pelo site americano “Politico” e a Universidade de Oxford, no Reino Unido. 

De acordo com os dados recolhidos, a contenção começou ainda antes de ter sido registada a primeira morte, a 16 de março. Por outro lado, as restrições aplicadas em Itália, Espanha e França foram das mais tardias. Uma semana antes, já o governo português tinha suspendido os eventos com mais de cinco mil pessoas e também os voos vindos de cidades italianas.

Neste artigo é referido o facto de que os primeiros casos de coronavírus em Portugal (importados de Espanha e Itália) foram registados a 2 de março, quando noutros países europeus já existiam dezenas ou centenas de infetados. O executivo de António Costa decretou também o encerramento de todos os estabelecimentos de ensino públicos e privados a 12 de março, uma medida com efeito a partir do dia 16.

A reação de Portugal à pandemia foi, assim, das mais rápidas da UE, acompanhada por países como República Checa e Áustria. Pelo contrário, Espanha, Itália e França estão entre os países que demoraram mais a reagir.

Fonte: Sara Chaves – NiT